No rastro do crack

Como este jornal publicou em sua edição de domingo, Rio Branco já tem seus pontos de venda de crack. Ou seja, suas ‘crackolândias’.

Usar ou não usar este tipo de droga, classificada como ‘pesada’, não é uma questão apenas moral. Antes de tudo, trata-se de uma grave questão social.

Além dos efeitos devastadores sobre a saúde e o comportamento de quem se vicia, é preciso atentar para os problemas sociais.

No rastro do tráfico e consumo dessa droga, vem tudo o que não presta: o crime organizado, as disputas das quadrilhas pelos chamados ‘territórios’, a corrupção, a prostituição. Basta ver o que já acontece nas grandes metrópoles, de modo particular, no Rio de Janeiro e outras cidades pelo país afora.

O que as autoridades têm a fazer, portanto, é desmantelar esses pontos de vendas, identificar seus contro-ladores e chefãos – não somente os ‘aviõezinhos’ ou ‘mulas’ – as rotas do tráfico e combater sem tréguas essa verdadeira ‘chaga’ social que tanto mal faz.  

 

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