Saúde-federal: 900 vagas de nível superior

O Ministério da Saúde deverá ser o primeiro a realizar concurso para a carreira de especialista em desenvolvimento de Políticas Sociais, criada em novembro de 2009, com um quadro de 2.400 vagas para atuação em diversos órgãos ligados à área social. O cargo exige nível superior e proporcionará remuneração que irá variar de R$2.906,66 a R$5.151.

O pedido de autorização para 900 vagas já está tramitando no Ministério do Planejamento e, segundo o titular da pasta, Paulo Bernardo, informou em entrevista exclusiva à FOLHA DIRIGIDA as autorizações devem sair em breve. “Vamos fazer esses concursos”, disse o ministro.

A contratação será pelo regime estatutário, que garante estabilidade no serviço público. Segundo o Ministério da Saúde, estão sendo feitos estudos para definir a habilitação específica (área) exigida para o ingresso, assim como a distribuição das vagas. Provavelmente, elas devem ser divididas entre a sede, em Brasília, e os núcleos estaduais em todo o país.

As demais vagas criadas ficarão para os ministérios com atividades relacionadas às áreas Previdência, Emprego e Renda, Segurança Pública, Desenvolvimento Urbano, Segurança Alimentar, Assistência Social, Educação, Cultura, Cidadania, Direitos Humanos e Proteção à Infância, à Juventude, ao Portador de Necessidades Especiais, ao Idoso e ao Indígena.

Para ingressar, os candidatos deverão passar por provas e avaliação de títulos, podendo incluir outras etapas, entre elas curso de formação. O objetivo do governo é ter um servidor para atender aos programas sociais em curso, além de outros a serem lançados.

Recursos Humanos
Além desse concurso, o ministério da Saúde têm dois outros em andamento: um para 805 vagas administrativas em todo o país e outro para 467 vagas de médicos de diversas especialidades para os hospitais do Rio de Janeiro. A estimativa do Ministério é de que 70% do quadro de servidores possa se aposentar em até quatro anos, o que vai gerar grande necessidade de pessoal. Sendo assim, novos concursos e convocações de aprovados deverão ser feitas.

Em nota, o ministério informou também que a necessidade maior de pessoal é “na sede do ministério e nos núcleos estaduais, especificamente, há necessidade de servidores para a área administrativa e técnicos para a elaboração das políticas de saúde. Já nas unidades hospitalares, a maior necessidade é de médicos”. (Folha Dirigida)

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