Veja o que os parlamentares fizeram no 1º semestre antes de entrar de férias

Foram 295 sessões plenárias, 513 deputados, 81 senadores e mais de 700 votações. Em pouco mais de 5 meses de trabalho, o Congresso Nacional discutiu projetos polêmicos e foi palco de repercussão das crises pelas quais e governo passou. Muito do que se decidiu ali teve impacto na vida dos brasileiros, como o novo salário mínimo e o Minha Casa, Minha Vida 2 (principal programa habitacional do governo voltado a famílias de baixa renda).

O primeiro grande embate, já em fevereiro, foi a aprovação da política de aumento do salário mínimo. O governo conseguiu aprovar os R$ 545, mas enfrentou resistência até mesmo dentro da base aliada, que se uniu à oposição em busca de R$ 560 e até R$ 600.

Outra vitória do Planalto foi a aprovação do RDC (Regime Diferenciado de Contratações), que facilitou a vida do governo ao tornar menos burocráticos os contratos de obras e serviços relacionados à Copa do Mundo e à Olimpíada.

Os parlamentares também criaram o Cadastro Positivo para os bons pagadores e ampliaram a faixa de renda do programa Minha Casa, Minha Vida 2. Além disso, mais uma empresa estatal foi criada, desta vez, para administrar as obras do TAV (Trem de Alta Velocidade), conhecido como trem-bala.

Os parlamentares entram de férias nesta sexta-feira (15) e retomam as atividades em 1º de agosto.

Em resumo, os principais projetos que o congresso aprovou foram: salário mínimo; cadastro positivo; financiamento do BNDES; energia de Itaipu; Minha Casa, Minha Vida 2; contratação de professores temporários; regime diferenciado de contratações; Bolsa Atleta; Autoridade Pública Olímpica (APO) e o polêmico Trem bala ligando São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro. (R7)

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