Gazetinhas 28/03/2010

* Fenômeno raro aconteceu sexta-feira à noite: a cidade vazia, deserta.

* Parecia assombração.

* Bares, restaurantes, botecos, até as ‘bocadas’ fecharam por falta de clientela.

* Primeiro, por causa da chuva.

* Acreano não sai na chuva pra se molhar e passar frio; deixa pro paulista.

* Depois, todo mundo ficou ligado na tevê, sites para saber o veredicto do julgamento do Caso Nardoni.

* Talvez, por ver tantas injustiças, os brasileiros torcem, vibram, lavam a alma quando surgem casos que mexem com o país inteiro e se faz justiça.

* Com todo o respeito aos demais, que senhor promotor esse Francisco Cembranelli, heim?

* Enfim.

* Semana Santa, com apenas três dias úteis, pouco ou nada de importante deve acontecer.

* Só os médicos da rede pública, radicalizaram, afiaram o bisturi, e decidiram parar por três dias, depois da Semana Santa.

* É grave.

* Dizem que mais do que reajuste salarial, estão pleiteando melhores condições de trabalho.

* Aí, a gente pergunta: o que foi feito de todos os investimentos que o governo vem fazendo no setor?

* Pelo sim, pelo não, um lado e outro devem atentar para o fato de que a Capital e outros municípios estão passando por uma epidemia de dengue e outras viroses.

* E vem aí a Gripe Suína.

* Aqui no Norte, em Belém, já morreram mais de 20 pessoas com a Gripe e o atendimento médico-hospitalar está um caos.

* Já, já chega por aqui.

* Na política local, a Justiça Eleitoral precisa ser mais clara e definir, de uma vez, se vai haver e quando a nova eleição para prefeito de Sena Madureira.

* Um dia é uma decisão; no dia seguinte, outra. A população do município quer saber.

* Na página ao lado, vale conferir entrevista com o ex-governador Jorge Viana concedida ao filhão Tiago.

* Chama a atenção dois pontos: em todas as entrevistas, Jorge vem insistindo que ele e seu partido precisam resgatar o princípio da ética.

* Depois de alguns casos cabeludos, como o do mensalão, é preciso.

* Outro ponto é o da renovação e aprofundamento das políticas públicas.

* Acomodou, relaxou, o povo muda.

* Com as chuvas que não param, professor Assis manda e-mail contando que o Residencial Sto Afonso virou um ranário. Até sapo coró, aquele que canta, tem.

* Pergunta se existe algum restaurante chinês na cidade interessado.

* Se bem que, segundo ele, os moradores preferem ficar com as rãs e sapos para comer o mosquito da dengue.

* E o Vascão, heim? Ou reage ou o Ameriquinha se classifica.

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