Não é casualidade

Se seis pessoas morrem em acidentes de trânsito, em situações similares, no mesmo local ou proximidades, já não é mais coincidência ou casualidade.

É porque alguma coisa está errada. Alguém está faltando com suas responsabilidades.
É o que vem acontecendo na vila Albert Sampaio, na saída da cidade, na BR-364, onde no final de semana, morreu mais um, o adestrador da Divisão Montada da Polícia Militar, Rodrigo Vieira, atropelado por um carro. Segundo testemunhas, o impacto foi tão violento que metade do corpo entrou no veículo.

Com razão, indignados com essa sucessão de acidentes violentos e mortes, os moradores da vila ameaçam fazer um protesto e fechar a rodovia esta semana, o que deverá causar mais problemas, já que se trata da única saída e entrada da cidade.
Portanto, antes que isso aconteça, mas, sobretudo, para evitar novos acidentes e poupar a vida de outras pessoas, espera-se que os órgãos responsáveis (ou seriam irresponsáveis) tomem, de imediato as medidas necessárias.

O que se observa nesses órgãos é uma rapidez doentia em instalar radares, às vezes, escondidos, para flagrar e multar motoristas mais apressados. O que menos se vê são ações preventivas e educativas para prevenir acidentes, como neste caso, onde no mesmo local já morreram seis e até agora nada se fez.

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