Uma afronta

 A ser verdadeira – e consta que é – que o Governo de Rondônia teria colocado empecilhos para a construção do segundo ‘linhão’ para o Acre, o Governo deste Estado e sua classe política precisam agir e agir com firmeza. Trata-se de uma afronta que não se pode aceitar.

Ficou demonstrado com o blecaute de mais de cinco horas, que castigou a população acreana, na semana passada, que há duas medidas a serem tomadas para garantir  energia segura para este Estado.

A primeira será reativar, de imediato, as duas usinas locais que ha-viam sido abandonadas. A Eletronor-te já se comprometeu pelo menos a ativar uma delas, que geraria cerca de 18 megawats, uma quantidade bem abaixo das necessidades da Capital e dos municípios do Vale do Acre.

A segunda – e a mais importante – será a construção de uma segunda linha de transmissão partindo de Rondônia, para solucionar de vez o problema. E aí não se pode aceitar qualquer tipo de empecilhos ou boicote de quem quer que seja. Tanto o governo local quanto a classe política não podem fazer de conta que o problema de energia não é com eles. É sim, porque se trata de uma condição essencial ao desenvolvimento do Estado.    

 

 

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